Lá se foi um ano desde o lançamento do Battlefield 3, e a DICE ainda continua a despejar DLCs pra quem quiser comprar.

Depois de Back to Karkaand, compilação de mapas do saudoso Battlefield 2, o claustrofóbico Close Quarters e Armored Kill, voltado para batalhas entre veículos, a bola da vez é Aftermath, que coloca os soldados-de-sofá para guerrilharem em ambientes arruinados, destruídos por terremotos.

Sem nada de muito novo, os quatro novos mapas chegam para prolongar os últimos suspiros do FPS, que já vive sob a sombra de seu sucessor, que não deve demorar a sair.

Os mapas, em geral, seguem pelo mesmo caminho dos mais populares disponibilizados no jogo. A poluição visual causada por todas as construções desmoronadas e asfalto quebrado servem como a desculpa perfeita para campers e todo tipo de pilantras, que se camuflam facilmente na paisagem.

Além de novas arenas, Aftermath também traz alguns novos equipamentos, veículos, accomplishments e perfumarias, que vão de dog tags a capas para armas. Destaque para o desonesto XBow (aquele arco mecânico, também conhecido como besta), que pode ser usado com munição explosiva e crueldades do gênero.

Também foi introduzido um novo modo de jogo, o Scavenger. Trata-se de uma versão reduzida do modo Conquest, onde os jogadores batalham pelo domínio de pontos específicos do mapa. Dessa vez, porém, todos começam com uma pistola, tendo que revirar os mapas de ponta-cabeça atrás de novas armas.

O pacote ainda traz o jipe Phoenix, o blindado Barsuk e Rhino, uma van modificada, com uma metralhadora controlada remotamente. Os novos veículos, como sempre, estão disponíveis só em alguns modos.

“De graça” para os corajosos assinantes do serviço Battlefield Premium, Aftermath sai por US$ 15 na PSN e no PC, e 1200 Microsoft Points na Xbox Live.

Se você foi mais um dos tantos a pagar R$ 100 pelo Premium, não tem muito o que pensar. Já quem planeja pagar pelo DLC deve pensar bem. A não ser que você realmente acredite que precisa de novos mapas, não parece ser a melhor das opções, principalmente se comparado aos excelentes Back to Karkaand e Close Quartes, que custam exatamente o mesmo valor.

A Dice ainda promete o sugestivo “End Game”, derradeiro DLC do FPS, previsto para março de 2013.

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Escrito por Murilo Molina

1 comentário

  1. Soldier_front 31/12/2013 às 14:36

    O problema quando a gente gosta de algo, e sai novidade sobre algo, você tem que comprar para dizer se vale ou não a pena. Isso acontece com a série BF. Conheci o game no BF Vietnã. Jogava offline, e imaginava como seria legal jogar online… alguns anos depois tive acesso ao BF2. Achei incrível. A serie carrega um nome muito forte, e isso tem peso para futuras vendas. Bom, assim penso né?

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